Dormir pouco aumenta a fome: o que duas noites curtas fizeram com os hormônios
Duas noites com 4 horas na cama aumentaram a fome em 24% e a vontade de doces e massas num estudo da Universidade de Chicago. Entenda o mecanismo.
Duas noites com 4 horas na cama aumentaram a fome em 24% e a vontade de doces e massas num estudo da Universidade de Chicago. Entenda o mecanismo.
Glicina antes de deitar encurtou o tempo para pegar no sono e reduziu o cansaço do dia seguinte em estudos pequenos. Veja o que foi medido e os limites.
Comer verdura e proteína antes do pão baixou a glicose após a refeição em cerca de 29% a 37% num estudo da Weill Cornell. Veja como aplicar no prato.
Em 80 mulheres na pós-menopausa com síndrome metabólica, mio-inositol e dieta por 6 meses baixaram resistência à insulina e triglicérides. Veja limites.
Em 4 semanas, adultos que tomaram um probiótico tiveram menos ruminação diante da tristeza que o grupo placebo. Veja o estudo e os limites dele.
Num estudo com 25.956 pessoas, usar remédio para acidez por 2 anos ou mais esteve ligado a mais falta de vitamina B12. Veja o que isso significa.
Pesquisas com mulheres antes e depois da menopausa encontraram perda de peso parecida e nenhuma alteração de estrogênio, progesterona ou testosterona após a menopausa. O ponto de atenção é o músculo.
Estudos em pessoas mostram que o estresse altera o intestino e que a alimentação pode mexer com o humor. Veja o que já foi medido e o que ainda é hipótese.
Ultraprocessados, emulsificantes e estresse constante aparecem nos estudos. Veja o que cada pesquisa mediu, seus limites e o que fazer na prática.
Na Universidade de Illinois, comer só entre meio-dia e 20h fez perder 4,6 kg a mais que o grupo controle, resultado parecido com o da dieta de calorias. Entenda por quê.